quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Casa de José de Alencar


Passando pela movimentada Avenida Washington Soares, avistamos um espaço verde que respira tranquilidade e cultura: estamos falando da Casa de José de Alencar.
A Casa de José de Alencar está situada no Sítio Alagadiço Novo, no bairro de Messejana, Fortaleza-CE e foi adquirido em 1825 pelo padre José Martiniano de Alencar, pai do escritor cearense José de Alencar, personagem principal da nossa história. Por nove anos, este espaço foi o lar do escritor, autor dos mais renomados títulos da Literatura Nacional, com destaque para as obras “Iracema” e “O Guarani”, que foram fortemente influenciadas pelas belezas naturais do estado do Ceará.
Em 1965, durante a gestão do reitor Antonio Martins Filho, a Universidade Federal do Ceará adquire o sítio e o mantém até hoje. Passeando pelos espaços, o visitante pode aprender sobre a obra do escritor, ver a história do livro Iracema contada por imagens e saber mais sobre escravidão e cultos afro-brasileiros. A visitação é gratuita.
A Casa José de Alencar conta com seis monitores capacitados, que se distribuem em dois turnos e acompanham os visitantes, fazendo explanações sobre o acervo e os espaços.
Hoje, A CJA faz parte do cenário do turismo cultural cearense, sendo ponto de encontro de amigos, casa de pesquisa e patrimônio natural do coração do cearense.

Horário de Funcionamento da Casa:
Segunda a sexta:8:00 as 17:00.
Sábado e domingo: 8:00 as 12:00.
Grupos devem realizar agendamento prévio.

A Sala Iracema abriga coleção do artista plástico cearense Descartes Gadelha, cujo tema é a obra Iracema, de José de Alencar. A coleção, composta de 33 desenhos a bico de pena em nanquim e uma tela a óleo, transpõe para as artes plásticas as principais cenas do romance de Alencar, narrando a história da virgem dos lábios de mel.
TEXTO:  http://www.cja.ufc.br/

Aos sábados: “Chorinho na Casa do Zé” um projeto patrocinado pelo BNB e apoiado pela UFC, CJA e FCPC que visa, através da realização de apresentações musicais semanais, contando sempre com a presença dos melhores grupos de chorinho, a divulgação de nossa cultura material e imaterial, representados pelo patrimônio histórico da Casa de José de Alencar e pela expressão musical autenticamente brasileira do Chorinho.  
TEXTO:  http://www.cja.ufc.br/

quinta-feira, 29 de maio de 2014

As verdades diferentes na aparência são como inúmeras folhas que parecem diferentes e estão na mesma árvore.

Mahatma Gandhi

domingo, 27 de outubro de 2013




     Pena que quando fomos, a galeria onde se ouve os sons da terra (Doug Aitken) estava interditada. A que mais gostei foi uma galeria que possui várias caixas de som (Galpão Cardiff & Miller), a experiência de se sentar ali e ouvir os diversos sons emitidos pelas caixas é mágica, uma verdadeira viagem nos sons...




quinta-feira, 24 de outubro de 2013

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Quais as perguntas que mais fazemos?
“A vida continua?... Será que tudo se acaba?...”
Ela responde...
A cada segundo o presente se acaba... mas um novo segundo recomeça e continua até se transformar em minuto... e se não continuasse não chegaria a se transformar em um dia...
Você pode até acreditar que sim, mas já não é mais o mesmo... e um dia você se pega falando de coisas que jamais imaginou, seu senso do comum se torna mais apurado e de repente você evoluiu... ou não... talvez apenas tenha se complicado ainda mais, mas mesmo assim, você já não é o mesmo...
É perda de tempo pensar se vamos conseguir superar a última onda, quando as primeiras nos convidam a aprender com os pequenos obstáculos... pequenos que transformamos em monstros... 
E nosso mar não passa de uma rasa camada de água revirada que nos mantém sempre aprisionados. E passamos a vida toda lutando, sempre à margem do que poderíamos ter atingido...


EMERSON CAETANO

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

"Tomei a decisão de fingir que todas as coisas que até então haviam entrado na minha mente não eram mais verdadeiras do que as ilusões dos meus sonhos."

René Descartes

terça-feira, 6 de agosto de 2013

"Nenhum crime é vulgar, mas toda vulgaridade é crime. Vulgaridade é a conduta dos outros".

                             Oscar Wilde

terça-feira, 16 de julho de 2013

"É terra de meu país, desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria" - último desejo do Imperador Pedro II, cujas últimas palavras foram: "Deus que me conceda esses últimos desejos—paz e prosperidade para o Brasil."

Que esse exemplo de amor pela pátria seja nossa eterna inspiração...